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Quanto cobrar pelo seu serviço
A conta que quase ninguém faz: quanto custa a sua hora antes de qualquer lucro. Preencha os campos e veja o preço mínimo e o preço sugerido do serviço.
Aluguel, energia, internet, sistema, pró-labore.
Horas que você tem pra atender, não as que atendeu.
Inclua o preparo entre um cliente e outro.
Produto gasto, descartável, embalagem.
Sobre o preço final, não sobre o custo.
Preço sugerido para esse serviço
R$ 38,21
- Custo da sua hora
- R$ 18,75
- Custo de tempo do serviço
- R$ 18,75
- Preço mínimo (onde você empata)
- R$ 26,75
- Sobra por atendimento
- R$ 11,46
O AgendaPlus resolve isso no automático
Lembrete e confirmação pelo WhatsApp, agenda por profissional com a duração real de cada serviço, e relatórios que mostram esses números sem você precisar preencher nada. Sete dias grátis, sem cartão.
Como usar
Some tudo que sai todo mês
Aluguel, energia, água, internet, telefone, sistema, contador, salário de quem trabalha com você e o seu pró-labore. Se sai da conta todo mês, entra aqui, mesmo que não pareça ligado ao atendimento.
Conte as horas que você tem pra vender
Não são as horas que você trabalhou, são as que estavam disponíveis pra atender. Se você abre oito horas por dia, seis dias por semana, são cerca de duzentas horas por mês por profissional.
Meça a duração real do serviço
Inclua o tempo de preparo e de organização entre um cliente e o próximo. Ignorar esse intervalo é o erro que faz o preço sair abaixo do custo sem ninguém perceber.
Por que copiar o preço do concorrente dá errado
A forma mais comum de definir preço em negócio de beleza é olhar o que o salão da esquina cobra e ficar um pouco abaixo. O problema é que você está copiando o preço de alguém cuja estrutura de custo você não conhece. Ele pode ter ponto próprio enquanto você paga aluguel, pode ter três profissionais dividindo o mesmo custo fixo enquanto você atende sozinha, pode estar operando no prejuízo há meses sem saber.
Preço copiado só funciona por coincidência. E quando não funciona, o sintoma é traiçoeiro: a agenda fica cheia, o movimento parece ótimo, e mesmo assim não sobra dinheiro no fim do mês. É o cenário mais frustrante possível, porque trabalhar mais só piora.
A conta que precisa vir antes de qualquer comparação é a do seu custo por hora. Ela responde uma pergunta simples e incontornável: abaixo de que valor esse atendimento me custa mais do que traz.
Custo fixo por hora: o número que muda tudo
Divida tudo que sai por mês pelas horas que você tem disponíveis para atender. O resultado é quanto custa manter a porta aberta durante uma hora, independentemente de ter cliente na cadeira ou não.
Esse número tem uma implicação que costuma ser incômoda: cada hora ociosa custa exatamente isso. Não é neutro ficar sem cliente das quatorze às dezesseis, é um valor saindo. É por isso que taxa de ocupação e precificação são o mesmo problema visto de dois ângulos.
A parte que mais gente erra é o denominador. Usar as horas atendidas em vez das horas disponíveis infla o custo por hora artificialmente e produz um preço alto demais, que espanta cliente e derruba ainda mais a ocupação, num ciclo que se retroalimenta.
Margem sobre o preço, não sobre o custo
Aqui mora o erro de conta mais comum na precificação de serviço. Se o custo é cem reais e você quer trinta por cento de margem, somar trinta reais e cobrar cento e trinta não dá trinta por cento de margem, dá vinte e três. A margem é lida sobre o valor da venda, não sobre o custo.
A conta correta é dividir o custo por um menos a margem desejada. Cem dividido por zero vírgula sete dá cento e quarenta e três, e é esse o preço que entrega trinta por cento de margem de verdade. A diferença parece pequena num atendimento e vira um buraco relevante ao longo de um ano.
Esta calculadora já faz a conta desse jeito. Se o preço sugerido saiu mais alto do que você esperava, é provavelmente porque a conta que você fazia antes era a do somatório, e não a da margem real.
O que fazer quando o preço sugerido assusta
É comum o resultado ficar acima do que o mercado da sua região paga. Isso não significa que a calculadora está errada, significa que existe um desencontro entre a sua estrutura de custo e o preço que você consegue praticar, e ignorar isso não faz o desencontro sumir.
Existem três saídas, e só três. Aumentar o preço, o que exige justificar valor e costuma custar alguns clientes no curto prazo. Reduzir o custo fixo, o que quase sempre é mais difícil do que parece. Ou aumentar a ocupação, diluindo o mesmo custo fixo por mais atendimentos, que é normalmente o caminho mais viável e o menos explorado.
Vale rodar a conta de novo assumindo uma ocupação maior. Se o custo fixo é o mesmo e você atende trinta por cento mais, o custo por hora cai na mesma proporção, e o preço mínimo cai junto. É por isso que reduzir falta e preencher janela ociosa tem efeito direto sobre quanto você precisa cobrar.
Suporte & FAQ
Perguntas Frequentes
Tirou a dúvida? Se não, chama a gente no WhatsApp.
O caminho é somar o custo de tempo com o custo de material e depois aplicar a margem sobre o preço final. O custo de tempo sai da divisão do seu custo fixo mensal pelas horas disponíveis no mês, multiplicada pela duração real do serviço. Copiar o preço do concorrente pula essa conta e por isso costuma dar errado sem que se descubra o motivo.
Sim, e essa é uma das omissões mais frequentes. Se o seu pró-labore não estiver no custo fixo, o preço calculado cobre a estrutura mas não paga você, e o negócio parece lucrativo enquanto a sua renda pessoal não existe. Coloque o valor que você precisa retirar por mês, mesmo que hoje não esteja conseguindo retirar.
Não existe um número correto, mas em serviços de beleza é comum trabalhar entre vinte e quarenta por cento sobre o preço final. Margem menor deixa pouco espaço para imprevisto e para reinvestir no negócio. Margem muito maior costuma exigir posicionamento e diferenciação que sustentem o valor, o que é possível mas não acontece só por decisão de tabela.
Porque as horas ociosas custam dinheiro do mesmo jeito. O aluguel corre com ou sem cliente na cadeira. Usar apenas as horas atendidas no denominador esconde o custo da ociosidade e produz um preço por hora artificialmente alto, que tende a afastar cliente e piorar justamente a ocupação que originou o problema.
Ele precisa ser recalculado serviço a serviço, porque a duração e o custo de material mudam muito entre eles. Um serviço de quarenta minutos sem material e outro de três horas com produto caro têm preços mínimos completamente diferentes, mesmo saindo da mesma estrutura de custo fixo.
O AgendaPlus foi criado para barbearias, salões de beleza, estéticas, nail designers e profissionais autônomos de beleza e serviços. Se você vende serviço com hora marcada, funciona.
Todos os planos incluem bot com IA conversacional, agenda online e link na bio. A diferença é o número de profissionais: Essencial (até 3), Profissional (até 5) e Business (até 10). O Profissional é o mais popular para equipes em crescimento.
Não. Você se cadastra em 1 minuto, testa 7 dias com todas as funcionalidades liberadas e só cobra algo se decidir continuar. Sem surpresa, sem cobrança automática.
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De três formas: direto pelo WhatsApp do seu negócio (o bot responde), pelo link público da sua agenda (ótimo pra bio do Instagram) ou você mesmo marca pelo painel. Tudo sincronizado automaticamente.
Nada. O AgendaPlus roda 100% no navegador — celular, tablet ou computador. Você acessa de onde estiver, e sua equipe também. Não precisa baixar app, não precisa servidor.
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